9945 Beverly Grove Residence, design por Shelly e Avi Osadon
Blog especializado em arquitetura e design, que traz para outros profissionais, estudantes, consumidores e amantes da área muitas novidades, belíssimos projetos e muitas dicas muito legais
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
Inspiração Para Começar a Semana
Custando singelos 23.8 milhões de dólares,foi alugada por Jay-Z e Beyónce por 150mil doláres por mês. Conta 1000m² de construção com 3 andares, 6 quartos e 10 banheiros.
9945 Beverly Grove Residence, design por Shelly e Avi Osadon
9945 Beverly Grove Residence, design por Shelly e Avi Osadon
domingo, 22 de novembro de 2015
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
O (péssimo) Complexo do Brasileiro de "Ex-Funcionário"
Aqui no brasil temos um terrível e atrasado costume, que é o do complexo de ex-funcionário, tanto da parte do contratante quanto do contratado.
No ponto de vista do ex-funcionário, o problema maior é alguma mágoa que ele guarde do local onde trabalhou; então ele afirma pra si mesmo que jamais vai colocar os pés lá novamente, não quer falar com mais ninguém que foi de lá...E isso é péssimo, 1 porque não se deve fechar as portas para nenhum lugar, por pior que tenha sido, pois você nunca sabe se um dia precisará voltar ou aparecerá uma oferta melhor no futuro; e 2 pelos contatos, no mundo profissional os contatos são de suma importância, principalmente na área de design e arquitetura, aprenda uma coisa: Contato é tudo.
Já da parte do ex-patrão o complexo atinge setores parecidos de socialização, a primeira e mais importante, é que um profissional de design e/ou arquitetura assim que sai de uma loja ou escritório se torna um cliente/parceiro em potencial. Mas novamente o tal complexo que atinge nós brasileiros faz com que todo mundo seja eternamente visto como o "ex", a instituição raramente entra em contato com o profissional, não oferece nada e principalmente não o vê como um profissional da área. E isso é (com o perdão da palavra) uma imbecilidade enorme, porque estarão perdendo futuros negócios com certeza. E a segunda coisa que acontece, que felizmente nunca aconteceu comigo mas já vi exemplos, é o de que além do profissional ser visto como "ex-funcionário" sempre ele ainda é mal-tratado, e isso é impensável no mercado de trabalho hoje em dia, as empresas acham que a pessoa por ter saído vai querer prejudicar,difamar e até sabotar o local. Já vi profissionais serem acusados de negligência ou de má-fé depois que saíram,e além de tudo ainda serem importunados diariamente por coisas que não são mais de sua responsabilidade.
O Brasil nunca foi um modelo de mercado de trabalho, as empresas ainda em sua maioria possuem uma mentalidade retrógrada (vide exemplo de bloqueio de internet em pleno 2015), e precisam se atualizar e mudar sua perspectiva.
Então designer, arquiteto, empresário, gerente, nunca se esqueçam que o seu ex-funcionário/patrão amanhã pode ser o seu maior e mais lucrativo parceiro comercial.
No ponto de vista do ex-funcionário, o problema maior é alguma mágoa que ele guarde do local onde trabalhou; então ele afirma pra si mesmo que jamais vai colocar os pés lá novamente, não quer falar com mais ninguém que foi de lá...E isso é péssimo, 1 porque não se deve fechar as portas para nenhum lugar, por pior que tenha sido, pois você nunca sabe se um dia precisará voltar ou aparecerá uma oferta melhor no futuro; e 2 pelos contatos, no mundo profissional os contatos são de suma importância, principalmente na área de design e arquitetura, aprenda uma coisa: Contato é tudo.
Já da parte do ex-patrão o complexo atinge setores parecidos de socialização, a primeira e mais importante, é que um profissional de design e/ou arquitetura assim que sai de uma loja ou escritório se torna um cliente/parceiro em potencial. Mas novamente o tal complexo que atinge nós brasileiros faz com que todo mundo seja eternamente visto como o "ex", a instituição raramente entra em contato com o profissional, não oferece nada e principalmente não o vê como um profissional da área. E isso é (com o perdão da palavra) uma imbecilidade enorme, porque estarão perdendo futuros negócios com certeza. E a segunda coisa que acontece, que felizmente nunca aconteceu comigo mas já vi exemplos, é o de que além do profissional ser visto como "ex-funcionário" sempre ele ainda é mal-tratado, e isso é impensável no mercado de trabalho hoje em dia, as empresas acham que a pessoa por ter saído vai querer prejudicar,difamar e até sabotar o local. Já vi profissionais serem acusados de negligência ou de má-fé depois que saíram,e além de tudo ainda serem importunados diariamente por coisas que não são mais de sua responsabilidade.
O Brasil nunca foi um modelo de mercado de trabalho, as empresas ainda em sua maioria possuem uma mentalidade retrógrada (vide exemplo de bloqueio de internet em pleno 2015), e precisam se atualizar e mudar sua perspectiva.
Então designer, arquiteto, empresário, gerente, nunca se esqueçam que o seu ex-funcionário/patrão amanhã pode ser o seu maior e mais lucrativo parceiro comercial.
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
Sobre os "Sobrinhos"
Recentemente foi vetada a lei de regularização da profissão de designer, a qual nos daria o privilégio de executar a nossa própria profissão, o que nos daria uma certa "proteção" contra os chamados "sobrinhos", que são as pessoas sem nenhuma formação acadêmica, sem conhecimento de ergonomia, arquitetura, ambientação e etc. Em outra palavras, alguém que aprendeu a mexer em um software e faz o trabalho de um designer cobrando preços irrisórios.
Ouve uma certa cisão, de pessoas que apoiam a lei e pessoas que não querem a regularização. As pessoas que são contra, alegam que com isso os preços iriam ter que ser tabelados, e subiria demais o valor do mercado, além de afirmar que as pessoas que procuram esse serviço mais barato não são o nosso público-alvo..Todas as opiniões são respeitadas, e cada um tem o direito de ter a sua; mas um certo esclarecimento deve ser dado. A lei não previa nenhuma base ou teto para a profissão, nem tabelamento nem nada, ela apenas oficializa a nossa profissão, o que nos permite ter pelo menos alguma lei nos ajudando, outra que designers que trabalham em lojas e escritórios já estão condicionados a salários de estagiários, projetistas ou vendedores; e designers que trabalham por conta própria continuariam tendo sua liberdade podendo cobrar o preço justo sobre o seu trabalho, nada iria mudar.
Outro esclarecimento, teoricamente pessoas que "não tem dinheiro" para pagar o nosso trabalho não seria nosso público, errado também, pelo menos aqui no Brasil; no nosso país, aonde a "lei de Gerson"(se dar bem em cima de tudo) é o que comanda, as pessoas podem pagar sim por um serviço autorizado mas elas vão procurar um "sobrinho" simplesmente por ser mais barato, provavelmente vão se dar mal, e alguns dizem: "é por conta e risco deles". Mas nós designers fizemos um juramento de não aceitar que as pessoas tenham sua vida afetada negativamente assim, mesmo que seja culpa delas, nosso juramento diz que devemos através do nosso trabalho tornar a vida dos clientes melhor, e nós odiamos sim alguém denegrindo a nossa profissão, tornando-a barata e incompetente. Todo mundo é nosso público-alvo, nós queremos realizar os sonhos e melhorar a vida de todo mundo, nós não discriminamos, nós temos a flexibilidade de preço para todas as pessoas, não fazemos preços apenas para os "ricos e poderosos", então SIM essas pessoas também são nosso público e estamos perdendo para os "sobrinhos", e não é por nossa culpa, não é por incompetência, não é por falta de qualidade, é somente por causa de um preço absurdamente injusto.
Aí virão pessoas falando que é elitismo, porque temos curso superior; e essa polarização no Brasil tem que acabar, isso já está se tornando insuportável, tudo é esquerda ou direita...Quanto a isso, se as pessoas analisarem a lei, poderão ver que pessoas que não tenham o curso superior mas trabalhem com a profissão a pelo menos 6 anos(que o tornarão experiente o suficiente) poderão também exercer oficialmente a profissão.
Assim como a área da informática, onde os clientes nunca querem pagar o preço justo pelo serviço, nós também estamos sofrendo essa discriminação do "é só um desenhinho" "me da só uma idéia", "ta muito caro por um desenho".. E isso é justamente culpa dos "sobrinhos"; justamente agora que no nosso país as pessoas estão começando tardiamente a entender o que é o designer e o que ele faz, quando estamos conseguindo o destaque que a profissão merece, regredimos 10 passos, por causa de uma coisa que os ministros e a presidente dizem ser inconstitucional. Dizem que essas pessoas não causam dano à terceiros, ok, experimenta usar durante alguns meses uma cadeira mal projetada, uma bancada de altura errada e avalie sua coluna e articulações e verá o dano que pode causar.
Nenhum de nós irá sair tentando efetuar uma cirurgia, defender um cliente no tribunal ou construir uma ponte se não somos formados em medicina, direito ou engenharia...Usei somente essas profissões como exemplo, mas isso se aplica a quase todas. Então se as pessoas são valorizadas e protegidas por lei para executar suas profissões, porque nós não podemos? porque não merecemos? Só porque as pessoas ainda não entendem o que nós fazemos não significa que possam desvalorizar o designer e nossa profissão.
Ouve uma certa cisão, de pessoas que apoiam a lei e pessoas que não querem a regularização. As pessoas que são contra, alegam que com isso os preços iriam ter que ser tabelados, e subiria demais o valor do mercado, além de afirmar que as pessoas que procuram esse serviço mais barato não são o nosso público-alvo..Todas as opiniões são respeitadas, e cada um tem o direito de ter a sua; mas um certo esclarecimento deve ser dado. A lei não previa nenhuma base ou teto para a profissão, nem tabelamento nem nada, ela apenas oficializa a nossa profissão, o que nos permite ter pelo menos alguma lei nos ajudando, outra que designers que trabalham em lojas e escritórios já estão condicionados a salários de estagiários, projetistas ou vendedores; e designers que trabalham por conta própria continuariam tendo sua liberdade podendo cobrar o preço justo sobre o seu trabalho, nada iria mudar.
Outro esclarecimento, teoricamente pessoas que "não tem dinheiro" para pagar o nosso trabalho não seria nosso público, errado também, pelo menos aqui no Brasil; no nosso país, aonde a "lei de Gerson"(se dar bem em cima de tudo) é o que comanda, as pessoas podem pagar sim por um serviço autorizado mas elas vão procurar um "sobrinho" simplesmente por ser mais barato, provavelmente vão se dar mal, e alguns dizem: "é por conta e risco deles". Mas nós designers fizemos um juramento de não aceitar que as pessoas tenham sua vida afetada negativamente assim, mesmo que seja culpa delas, nosso juramento diz que devemos através do nosso trabalho tornar a vida dos clientes melhor, e nós odiamos sim alguém denegrindo a nossa profissão, tornando-a barata e incompetente. Todo mundo é nosso público-alvo, nós queremos realizar os sonhos e melhorar a vida de todo mundo, nós não discriminamos, nós temos a flexibilidade de preço para todas as pessoas, não fazemos preços apenas para os "ricos e poderosos", então SIM essas pessoas também são nosso público e estamos perdendo para os "sobrinhos", e não é por nossa culpa, não é por incompetência, não é por falta de qualidade, é somente por causa de um preço absurdamente injusto.
Aí virão pessoas falando que é elitismo, porque temos curso superior; e essa polarização no Brasil tem que acabar, isso já está se tornando insuportável, tudo é esquerda ou direita...Quanto a isso, se as pessoas analisarem a lei, poderão ver que pessoas que não tenham o curso superior mas trabalhem com a profissão a pelo menos 6 anos(que o tornarão experiente o suficiente) poderão também exercer oficialmente a profissão.
Assim como a área da informática, onde os clientes nunca querem pagar o preço justo pelo serviço, nós também estamos sofrendo essa discriminação do "é só um desenhinho" "me da só uma idéia", "ta muito caro por um desenho".. E isso é justamente culpa dos "sobrinhos"; justamente agora que no nosso país as pessoas estão começando tardiamente a entender o que é o designer e o que ele faz, quando estamos conseguindo o destaque que a profissão merece, regredimos 10 passos, por causa de uma coisa que os ministros e a presidente dizem ser inconstitucional. Dizem que essas pessoas não causam dano à terceiros, ok, experimenta usar durante alguns meses uma cadeira mal projetada, uma bancada de altura errada e avalie sua coluna e articulações e verá o dano que pode causar.
Nenhum de nós irá sair tentando efetuar uma cirurgia, defender um cliente no tribunal ou construir uma ponte se não somos formados em medicina, direito ou engenharia...Usei somente essas profissões como exemplo, mas isso se aplica a quase todas. Então se as pessoas são valorizadas e protegidas por lei para executar suas profissões, porque nós não podemos? porque não merecemos? Só porque as pessoas ainda não entendem o que nós fazemos não significa que possam desvalorizar o designer e nossa profissão.
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
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